eu sempre gostei de árvores. excepção feita a palmeiras. e árvores de plástico. e pinheiros de Natal. mas sempre gostei de árvores. até já plantei algumas.
mas admito que fui inconsciente ao fazê-lo. "primeiros" porque não pensei na escala e isso leva-me a pensar se quando a árvore crescer a casa não ficará pequena e se eu ainda conseguirei lá entrar. mas isso não é grave porque se a árvore ficar grande e a casa pequena eu corto os ramos à árvore e volto a conseguir entrar em casa. ou então acrescento um piso à casa e a árvore volta a ser pequena.
"segundos" , e esta é que me preocupa, é que coloquei as árvores no sítio errado. no jardim nas traseiras. o que é estúpido. porque, aprendi no exercício da profissão, as árvores plantam-se nos alçados frontais. ainda que em planta não caibam. mas é bom porque os alçados são coisas feias que têm fachadas e que se devem esconder. não vá alguém reparar que elas lá estão. é o que dava ser naif e fazer as coisas longe do computador. agora que já tenho o gesto mais amestrado já não me apanham. não há laje de betão ou profundeza do mar que me resista. onde houver fachada, existirá jardim. o desenho fica bonito, e o verde sempre calhou bem. " à e tal...... o que é isto? sei lá mas parece-me uma fachada!!!! f___-se, vai à pasta dos blocos e mete umas árvores!!!"
por cada alçado uma árvore.
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
PASSARINHOS A BAILAR,,, PASSARÕES A PASSAR DE MODA
estava a bela inês posta em sossego e em repouso posta no recato do lar quando um passarão doido por neter o veneno com ar prazenteiro e insidioso .... largou a bujarda tal como caga de alto,,, e parece não ter nada com isso,,,, pois foi foi assim passarinhos (a) a bailar... com o rabinho a dar a dar... piu piu piu
Naquela oficina de arquitectura alguem pegava nas rédeas do projecto e pasme-se iria pôr a sua assinatura.....qual será o resultado final a arte pato bravense do rei reinante tosco qb... ou sera que o jovem pagem ainda adormecido e teórico consegue levar a sua avante,,, pasarinho pasarão mas com tomates !!!!!!! força vai um copo de vinho à nossa e á tua
nota:para bom entendedor meia palavra basta eheheheheh
Naquela oficina de arquitectura alguem pegava nas rédeas do projecto e pasme-se iria pôr a sua assinatura.....qual será o resultado final a arte pato bravense do rei reinante tosco qb... ou sera que o jovem pagem ainda adormecido e teórico consegue levar a sua avante,,, pasarinho pasarão mas com tomates !!!!!!! força vai um copo de vinho à nossa e á tua
nota:para bom entendedor meia palavra basta eheheheheh
sexta-feira, 3 de agosto de 2007
AMIGUINHOS CONTENHAM-SE!!!!!!!
não estou aqui a fazer papel de moralista engane-se quem pensa assim.....vem esta conversa a proposito de escalas??????neste mundo tão redondo .....então as arvores escalam os edificios quando ,,,em que fase da vida,,,, isto é.. uma construçãode 10 pisos mais menos 30 metros em que fase da vida da arvore é que ele esta escalado quando a mesma for plantada,,,,apos 5 anos de vida....ou 30 !!!!logo pode se dizer que aquela construção é multi escalada....estranho logo os projectos na legenda terão que passar a ter consoante os anos decorridos esc:1/100 esc 1/200 etc etc,, senão ninguem vai entender a escala do mesmo.... isto leva-me a pensar, uma sanita para uma bunda descomunal e para a escala dessa sanita ser perceptivel teremos que lhe por um bonsai ao lado ou espalhar alguns pelos púbicos aqui acolá....
agora... amiguinhos vamos com deus!!!!! dar a camacha uma paxaxa!!!!!! e comer o mouro no traseiro no porto é tudo demasiado certinho... pão nosso de cada dia ...a imaginação do estagiario deve mesmo estar delirante de um lado o arquitecto chefe diz bota umas arvores e tapas o alçado o colega do lado alude a experiencias sexuais bizarras na pérola do atantico...posto isto a colega que descobre uma nova patologia e que afirma que os gays são uma doença tipo gripe para os quais será necessario uma vacina e o mal fica remediado... tb ha aquela outra de formas generosas e que ninguem sabe por onde anda....o estagiario continua a riscar e depois delete e torna a riscar e num assomo de dignidade e orgulho próprio ( mas ferido... ) saca uma ideia fora de série...grita de alegria....chama o chefe....ainda trémulo e ansioso.. espera o veredicto... que demora...mas finalmente sai.. que merda é essa???? bem podes meter no cu....esssas tuas ideias... desgastado o estagiario pensava...afinal o sexo fazia mesmo parte da nobre arte da arquitectura ...era o cu do mouro, a paxaxa na camacha,, o gay com as vacinas,a colega boazona, e a ideia pelo cu acima!!!!
NOTA: como se mete uma ideia pelo cu acima???(precisa de preservativo????) qualquer informação de fonte reconhecida o autor agradece.
agora... amiguinhos vamos com deus!!!!! dar a camacha uma paxaxa!!!!!! e comer o mouro no traseiro no porto é tudo demasiado certinho... pão nosso de cada dia ...a imaginação do estagiario deve mesmo estar delirante de um lado o arquitecto chefe diz bota umas arvores e tapas o alçado o colega do lado alude a experiencias sexuais bizarras na pérola do atantico...posto isto a colega que descobre uma nova patologia e que afirma que os gays são uma doença tipo gripe para os quais será necessario uma vacina e o mal fica remediado... tb ha aquela outra de formas generosas e que ninguem sabe por onde anda....o estagiario continua a riscar e depois delete e torna a riscar e num assomo de dignidade e orgulho próprio ( mas ferido... ) saca uma ideia fora de série...grita de alegria....chama o chefe....ainda trémulo e ansioso.. espera o veredicto... que demora...mas finalmente sai.. que merda é essa???? bem podes meter no cu....esssas tuas ideias... desgastado o estagiario pensava...afinal o sexo fazia mesmo parte da nobre arte da arquitectura ...era o cu do mouro, a paxaxa na camacha,, o gay com as vacinas,a colega boazona, e a ideia pelo cu acima!!!!
NOTA: como se mete uma ideia pelo cu acima???(precisa de preservativo????) qualquer informação de fonte reconhecida o autor agradece.
Não aceitamos projectos na Camacha
O manancial de frases fáceis que utilizamos como engodo dos nossos projectos é fecundo.
Ora bolas! Se tenho um cliente que me pede um projecto para uma urbanização, rodeada por um enorme pomar junto à praia de Carcavelos, nada mais óbvio do que:
"Do Pomar a ver o mar"
(escrito em arial 124 azul sobre umas nuvens, com um belíssimo render de fundo)
Para quê pseudo-intelectualismos de "o gesto arquitectónico harmonioso como redentor do espaço que preconiza uma área..." ??? Stravinsky disse que era irrelevante saber se Beethoven se inspirou em Napoleão quando criou a Terceira Sinfonia, pois só a música importa. Aqui o importante é que o saloio perceba e pague, e que o povo goste e compre. Se para uma casa de praia o escrito é "na Praia da Mata com uma sala grande que se farta", ou se para um bar gay no Porto escrevo "bebo um fino na Foz do Douro enquanto como o cu a um Mouro" e se isso per si torna o meu projecto vendável, é o que interessa! Há algum tempo pediram-me um projecto para uma casa de meninas na Camacha. Vacilei! O projecto pronto e, embora brilhantemente óbvio, o escrito soava a pouco ético. Eis que, tive a brilhante ideia de dar ao estagiário para assinar e "Na vila da Camacha já se sente o cheiro a paxacha" (Fantástico este trocadilho que realça a aproximação semântica da palavra "paxaxa" com "Camacha" com a substituíção do "x" por "ch"!!) foi a chave do sucesso.
Termino com um dito de minha autoria que irei incluir certamente noutro projecto:
"Deus quer, o arquitecto sonha, a obra nasce."
(Desculpa Pessoa mas hoje nada se inventa, além do mais, a palavra "arquitecto" muda todo o sentido frásico e já és do domínio público)
Ora bolas! Se tenho um cliente que me pede um projecto para uma urbanização, rodeada por um enorme pomar junto à praia de Carcavelos, nada mais óbvio do que:
"Do Pomar a ver o mar"
(escrito em arial 124 azul sobre umas nuvens, com um belíssimo render de fundo)
Para quê pseudo-intelectualismos de "o gesto arquitectónico harmonioso como redentor do espaço que preconiza uma área..." ??? Stravinsky disse que era irrelevante saber se Beethoven se inspirou em Napoleão quando criou a Terceira Sinfonia, pois só a música importa. Aqui o importante é que o saloio perceba e pague, e que o povo goste e compre. Se para uma casa de praia o escrito é "na Praia da Mata com uma sala grande que se farta", ou se para um bar gay no Porto escrevo "bebo um fino na Foz do Douro enquanto como o cu a um Mouro" e se isso per si torna o meu projecto vendável, é o que interessa! Há algum tempo pediram-me um projecto para uma casa de meninas na Camacha. Vacilei! O projecto pronto e, embora brilhantemente óbvio, o escrito soava a pouco ético. Eis que, tive a brilhante ideia de dar ao estagiário para assinar e "Na vila da Camacha já se sente o cheiro a paxacha" (Fantástico este trocadilho que realça a aproximação semântica da palavra "paxaxa" com "Camacha" com a substituíção do "x" por "ch"!!) foi a chave do sucesso.
Termino com um dito de minha autoria que irei incluir certamente noutro projecto:
"Deus quer, o arquitecto sonha, a obra nasce."
(Desculpa Pessoa mas hoje nada se inventa, além do mais, a palavra "arquitecto" muda todo o sentido frásico e já és do domínio público)
ESCALAS
Sem gostei muito deste termo. Escala. A escala do edifício, a escala do desenho, a escala gráfica, escala de musica, enfim uma mão cheia de escalas.
A escala de um objecto é sempre perceptível a partir de um outro objecto conhecido. Por exemplo uma imagem de um cinzeiro novo com um cigarro em cima dá para perceber a dimensão do cinzeiro, o cigarro dá-lhe escala.
Num projecto de arquitectura, de acordo com a nova filosofia pato bravense, "...o que dá escala aos projectos são as árvores!"
E eu, na minha ingenuidade, sempre que queria captar a dimensão de uma árvore numa fotografia colocava uma pessoa ao lado para dar escala...
A escala de um objecto é sempre perceptível a partir de um outro objecto conhecido. Por exemplo uma imagem de um cinzeiro novo com um cigarro em cima dá para perceber a dimensão do cinzeiro, o cigarro dá-lhe escala.
Num projecto de arquitectura, de acordo com a nova filosofia pato bravense, "...o que dá escala aos projectos são as árvores!"
E eu, na minha ingenuidade, sempre que queria captar a dimensão de uma árvore numa fotografia colocava uma pessoa ao lado para dar escala...
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
Alguém viu.......
Desculpem incomodar, mas venho à procura de uma amiga chamada Marta que já não vejo vai para três quinze dias e de quem tenho muitas saudades. Queria só pregar-lhe uma beijoca.
Comparações
É mesmo giro ver patos bravos a compararem projectos... Se nunca tiveram hipotese de observar tal cena devem ver o mais rapido possivel!!!
Um pato bravo adora gozar com as cornijas rococo, com as janelas romanticas e os reztantes rodriguesinhos todos do outro. Sente-se um verdadeiro arquitecto porque usa cobertura plana e caixilhos lisos tech***, reboco monomassa com alhetas, fachadas ventiladas, já para não esquecer a boa da fachada maluca. No fim disto tudo, ainda afirma que a obra dele tem qualidade para ir para as revistas e goza com os projectos premiados chamando aquilo "mamarracho".
Mas o mais giro disto tudo é que o ser Pato Bravo (contemporâneo) não tem a capacidade de se auto reconhecer por isso goza com as obras dos patinhos mais velhos. Não tem a capacidade de perceber que no fundo só está a fazer uma COMPARAÇÃO.
Julgo que se devia criar uma nova disciplina História da Edificação Pato Bravo.
Um pato bravo adora gozar com as cornijas rococo, com as janelas romanticas e os reztantes rodriguesinhos todos do outro. Sente-se um verdadeiro arquitecto porque usa cobertura plana e caixilhos lisos tech***, reboco monomassa com alhetas, fachadas ventiladas, já para não esquecer a boa da fachada maluca. No fim disto tudo, ainda afirma que a obra dele tem qualidade para ir para as revistas e goza com os projectos premiados chamando aquilo "mamarracho".
Mas o mais giro disto tudo é que o ser Pato Bravo (contemporâneo) não tem a capacidade de se auto reconhecer por isso goza com as obras dos patinhos mais velhos. Não tem a capacidade de perceber que no fundo só está a fazer uma COMPARAÇÃO.
Julgo que se devia criar uma nova disciplina História da Edificação Pato Bravo.
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