Andei perdido! Larguei o tinto porque me proibiu o médico. Agarrei-me ao leitinho! Magro para não fazer mal à saúde! Com um pinguinho de vodka só para aquecer que o tempo já vai ficando fresquinho! Venho venenoso..... viperino.... e com vontade de morder!
Por isso vamos a isso! Há que destilar a estupidez que diariamente nos invade!
Hoje sonhei que aproveitando o Inverno o Pato-Bravo-Real tinha abrido asas e migrado para terras de longe. Mas parece que a migração é curta, e o regresso é já de seguida. Mas pelo menos agora respira-se! É encher os pulmões pessoal que a poluição mental e a diarreia verbal estão já ao virar da esquina!
Mas como é Natal, e eu sou um bom menino vou escrever ao Pai Natal a ver se desta ele me ouve:
"Velho Cabrão,
passei o ano a portar-me bem!
Aturei os Patos Bravos, as suas paragonas de romance de cordel, o seu minimalismo intelectual, o seu conformismo, o seu esvaziamento idelógico e intelectual. Juntei-me a um grupo de alcoólicos para despejar palavras que nos ajudem a fugir deste vício de aturar palermas. Sofri tanto este ano velhote que nem imaginas. Porra meu, será pedir muito que só por esta vez apareça um caçadorzeco qualquer e dê um balázio nos cornos de um ou dois destes patinhos? Eu prometo que como a sopinha, lavo os dentinhos, não digo mais uma puta de uma asneira, e até, repara bem, até deixo de juntar vodka ao leite! Só dois cartuchinhos, que nem necessitam de acertar em cheio, basta assim de raspãozinho nas trombas, de respãozinho mesmo entre os olhos! Até porque já diz o sábio povo: "por morrer um Pato Bravo não acaba a Arquitectura!"
Vá lá, vá lá, vá lá! Arranja um espacinho para a malta que gosta mesmo do que faz e que não se entrega a isto como se estivesse a vender Bíblias de porta a porta! Até te desenho um Iglô porreirinho, fresquinho e tudo! E sem palmeiras! E um loft para as Renas, que os Arquitectos gostam de lofts! Os Patos Bravos nem por isso (ou nem sabem o q é). Vá lá Santa, amigo, fala aí com o menino Jesus e vão os dois à caça! Um tirinho a cada um! Um acerta do Pato Bravo Bugs Bunny, e o outro no Pato Bravo Shamu. Não se perde nada e bem vistas as coisas o Menino Jesus até é filho de Deus e de certeza que Ele não lhe a mal a brincadeira! Afinal é Natal!
Assin.
copodeleitecomvodka
PS-Se puderes arranja aí um par de tomates para ver se um gajo que eu cá sei se deixa de merdas e leva a miúda ao céu porque o cheiro a frustração sexual já não se atura por estas bandas!"
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
domingo, 30 de setembro de 2007
Diário de um patipócrita
21 de Setembro de 2007
Maldita memória que me atraiçoa! Sou um pato que risca e mede, arquitecto pois! E mando! É isso! Há horas que penso nisto: o que faço aqui sentado com números catastróficos à frente? Tento arranjar uma solução para diminuir o bando pois já não tenho sustento para todos. Da última vez despachei uns cinco e não me lembro do que lhes disse. Acho que os assustei com a cólera aviária. Posso fazer o mesmo! Finjo ser uma galinha com um ar apático, cacarejo, sento-me o dia todo em cima de um ovo e grito: põe-me essa varanda a estibordo!! Não percebes o que desenho! Tenho que vos fazer tudo. Será que custa tanto ser medíocre?".
22 de Setembro de 2007
Não percebo. Só uma pata acreditou que a melhor solução seria abandonar o bando. Bem, uma fêmea a menos implica sempre muito menos problemas. Mesmo assim não fui persuasivo o suficiente. A "pata de dois patos" que mais copula com patos deste bando grasnou qualquer coisa com sotaque que sinceramente não percebi. Depois chegou a pataputa, invocou razões de procriação e pediu para manter a pata no bando. Mesmo assim achei que não devia ceder mas o pato-cagão vem de leve lembrar-me das nossas primeiras migrações, enquanto ainda éramos jovens aventureiros, e levou-me às lágrimas. Depois de muita comiseração acabei por conseguir mandar embora uma pata, que nem sabia que pertencia ao bando e sinceramente não percebo como veio cá parar.
25 de Setembro de 2007
Não é que a “pata que nem sei como veio cá parar” achou que podia ficar conosco! Nem pensar! Isso implicava ter que expulsar outros e não posso. O que diria o “pato light” se lhe dissesse que escorracei o inconsciente e brincalhão “pato aprendiz”? E a minha querida “patolinda” ficaria de coração despedaçado se o fizesse ao “patinho d’algés”! Depois há o “pataçorda” que acasalou com a “pata que nem sei como veio cá parar” e isso seria terrível para o ninho deles! As patorras, embora voem muito baixinho e batam de vez em quando com o bico na copa das árvores, estão cá desde a formação do bando. O “patofodepatas” é herdeiro de um pato pelo qual tenho um enorme apreço e ainda garante a procriação do bando. O "pato saloio" está cá desde a formação e toca-me o coração. Bem… Se calhar fico por aqui.
28 de Setembro de 2007
Dei sustento para um mês à “pata que nem sei como veio cá parar” e mandei-a procurar bando. Espero que consiga arranjar antes que venha o Inverno senão alguém vai ter pato com laranja na consoada. Disse-lhe tantas barbaridades que a pobre saiu a voar desgovernada. Contar floreadas fábulas com um fundo pouco credível mas de aspecto verosímil foi algo que aprendi nas noites infindáveis que passei num convés apertado e escuro. Fui convincente e amanhã já não me lembro do que disse e fiz. Se não fosse este diário amanhã achava que a “pata que nem sei como veio cá parar” tinha abandonado o bando traiçoeiramente. E isso não podia perdoar.
Maldita memória que me atraiçoa! Sou um pato que risca e mede, arquitecto pois! E mando! É isso! Há horas que penso nisto: o que faço aqui sentado com números catastróficos à frente? Tento arranjar uma solução para diminuir o bando pois já não tenho sustento para todos. Da última vez despachei uns cinco e não me lembro do que lhes disse. Acho que os assustei com a cólera aviária. Posso fazer o mesmo! Finjo ser uma galinha com um ar apático, cacarejo, sento-me o dia todo em cima de um ovo e grito: põe-me essa varanda a estibordo!! Não percebes o que desenho! Tenho que vos fazer tudo. Será que custa tanto ser medíocre?".
22 de Setembro de 2007
Não percebo. Só uma pata acreditou que a melhor solução seria abandonar o bando. Bem, uma fêmea a menos implica sempre muito menos problemas. Mesmo assim não fui persuasivo o suficiente. A "pata de dois patos" que mais copula com patos deste bando grasnou qualquer coisa com sotaque que sinceramente não percebi. Depois chegou a pataputa, invocou razões de procriação e pediu para manter a pata no bando. Mesmo assim achei que não devia ceder mas o pato-cagão vem de leve lembrar-me das nossas primeiras migrações, enquanto ainda éramos jovens aventureiros, e levou-me às lágrimas. Depois de muita comiseração acabei por conseguir mandar embora uma pata, que nem sabia que pertencia ao bando e sinceramente não percebo como veio cá parar.
25 de Setembro de 2007
Não é que a “pata que nem sei como veio cá parar” achou que podia ficar conosco! Nem pensar! Isso implicava ter que expulsar outros e não posso. O que diria o “pato light” se lhe dissesse que escorracei o inconsciente e brincalhão “pato aprendiz”? E a minha querida “patolinda” ficaria de coração despedaçado se o fizesse ao “patinho d’algés”! Depois há o “pataçorda” que acasalou com a “pata que nem sei como veio cá parar” e isso seria terrível para o ninho deles! As patorras, embora voem muito baixinho e batam de vez em quando com o bico na copa das árvores, estão cá desde a formação do bando. O “patofodepatas” é herdeiro de um pato pelo qual tenho um enorme apreço e ainda garante a procriação do bando. O "pato saloio" está cá desde a formação e toca-me o coração. Bem… Se calhar fico por aqui.
28 de Setembro de 2007
Dei sustento para um mês à “pata que nem sei como veio cá parar” e mandei-a procurar bando. Espero que consiga arranjar antes que venha o Inverno senão alguém vai ter pato com laranja na consoada. Disse-lhe tantas barbaridades que a pobre saiu a voar desgovernada. Contar floreadas fábulas com um fundo pouco credível mas de aspecto verosímil foi algo que aprendi nas noites infindáveis que passei num convés apertado e escuro. Fui convincente e amanhã já não me lembro do que disse e fiz. Se não fosse este diário amanhã achava que a “pata que nem sei como veio cá parar” tinha abandonado o bando traiçoeiramente. E isso não podia perdoar.
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Tarde ou cedo se ENDIREITA.....##/"****
pois é nada a fazer....aguenta que é feitio claro que não falo de disfunções sexuais mas sim daquelas que nos tiram do sério e que nos põem de quatro no chão... alterar e depois emendar é o costume pois esse é o caminho para a perfeição!!!!! só que não chegas la!! dificil esta vida com tantos engulhos no meio do caminho é o pormenor do passeio, é o lancil que não existe e´o aquaplaning sei la????
E sobretudo um mistério que não se entende pk tanta ausencia de pensamento e razão pk um curso que não é transparente...que não se vê que não se sente que não se percebe não é certo um pato bravo com laranja mas sim qualquer coisa tipo galinha do campo a chafurdar no esgoto do curral dos porcos.
PS desculpem este texto pesado e sem graça ele é sem duvida um reflexo gerado pelo mau estar instalado da ultima semana naquele galinheiro onde galinhas são poucas e patos bastantes.
E sobretudo um mistério que não se entende pk tanta ausencia de pensamento e razão pk um curso que não é transparente...que não se vê que não se sente que não se percebe não é certo um pato bravo com laranja mas sim qualquer coisa tipo galinha do campo a chafurdar no esgoto do curral dos porcos.
PS desculpem este texto pesado e sem graça ele é sem duvida um reflexo gerado pelo mau estar instalado da ultima semana naquele galinheiro onde galinhas são poucas e patos bastantes.
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Ainda a propósito de árvores
Li um dia um livro, creio que o título era " A Arte da Guerra", escrito por General Pato Bravo. A certa altura da história, Pato Bravo, ainda Sargento falava com o seu General sobre o melhor modo de travar certa batalha. O inimigo: uma árvore!
Dizia o General que não existia necessidade de batalhar com a árvore porque se podia evitar criar mais um inimigo. Mas Pato Bravo, valente guerreiro, guiado por um qualquer ódio cego, não olhou previamente para os mapas e colocou o acampamento das suas tropas no exacto terreno onde essa árvore se havia estabelecido.
O General assistia incrédulo a um rol de pseudo-argumentos vomitados por Pato Bravo, até que desistiu da defesa da árvore, virou costas e segui caminho.
Com a adrenalina a correr nas veias e após garantir o que queria, Pato Bravo exclamou a suas tropas: "só vos digo uma coisa........ existe a Morte e a Vida! E Arquitectura é vida!!!"
O General perdeu as forças, as tropas cagaram-se a rir e a árvore provavelmente ardeu numa qualquer lareira!
Mas Arquitectura é Vida!!!! Por isso matemos a árvore!
PS-Porque será que este grito de guerra me faz lembrar o nome de uma revista!
Dizia o General que não existia necessidade de batalhar com a árvore porque se podia evitar criar mais um inimigo. Mas Pato Bravo, valente guerreiro, guiado por um qualquer ódio cego, não olhou previamente para os mapas e colocou o acampamento das suas tropas no exacto terreno onde essa árvore se havia estabelecido.
O General assistia incrédulo a um rol de pseudo-argumentos vomitados por Pato Bravo, até que desistiu da defesa da árvore, virou costas e segui caminho.
Com a adrenalina a correr nas veias e após garantir o que queria, Pato Bravo exclamou a suas tropas: "só vos digo uma coisa........ existe a Morte e a Vida! E Arquitectura é vida!!!"
O General perdeu as forças, as tropas cagaram-se a rir e a árvore provavelmente ardeu numa qualquer lareira!
Mas Arquitectura é Vida!!!! Por isso matemos a árvore!
PS-Porque será que este grito de guerra me faz lembrar o nome de uma revista!
Estudos Prévios
Aqui vamos nós a avançar com mais um belo estudo prévio à bela moda pato bravense... mais uma vez sem pensar em regulamentos, estrutura, esgotos, águas... enfim em qualquer uma das especialidades! O que é preciso é vender uma ideia ao cliente mesmo que depois o projecto seja totalmente alterado e o produto final seja uma coisa que não tenha nada a ver com o inicio...
Por isso a palavra de ordem é alterar alterar alterar... um projecto sem fim ou inicio... ja a maezinha dizia "aquilo que nasce torto..."
Por isso a palavra de ordem é alterar alterar alterar... um projecto sem fim ou inicio... ja a maezinha dizia "aquilo que nasce torto..."
terça-feira, 4 de setembro de 2007
Regresso às aulas
Apesar de parecer um anúncio ao continente não é! Finalmente chegou ao fim as férias deste blogue e o inicio das aulas da boa construção pato bravense.
Mais meses de grandes obras e grandes calinadas. Loteamentos em áreas não urbanizáveis, rampas de estacionamento com 30% de inclinação, levantamentos fictícios mas bastante criativos, pormenores que deixam meter água, etc, etc... Já para não falar da nossa mega novela "Cheira a sexo na Patolândia" tudo isto servido com um belo cocktail de bebidas fresquinhas.
Por isso estejam preparados....
Mais meses de grandes obras e grandes calinadas. Loteamentos em áreas não urbanizáveis, rampas de estacionamento com 30% de inclinação, levantamentos fictícios mas bastante criativos, pormenores que deixam meter água, etc, etc... Já para não falar da nossa mega novela "Cheira a sexo na Patolândia" tudo isto servido com um belo cocktail de bebidas fresquinhas.
Por isso estejam preparados....
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
Escadas Mágicas
À semelhança dos belos dos cogumelos mágicos que causa problemas de visão e originam alguma fraqueza nas pernas, bem como um andar torto, as escadas dos patos bravos provocam a mesma sensação.
É engraçado como numa planta existem só 16 degraus para subir 3 metros e misteriosamente no corte existem 18. Será possivel? .... Claro que é. São umas escadas que são mágicas, tais como, as do Harry Potter que vão mexendo. Assim uma pessoa não precisa de comer cogumelos mágicos, entra nesta escada, começa a subir degraus de 20cm de altura passa para uns de 18cm e no meio disto tudo nem percebeu que subiu dois degraus a mais, porque só existem 16, mas em altura existem 18!!!
É magnifica a ideia!! Degraus metamorfos!! Vai ser a ideia do seculo e vai revolucionar áreas brutas de construção!!! aaaaaaahhhhhhhhhhh brilhante......
É engraçado como numa planta existem só 16 degraus para subir 3 metros e misteriosamente no corte existem 18. Será possivel? .... Claro que é. São umas escadas que são mágicas, tais como, as do Harry Potter que vão mexendo. Assim uma pessoa não precisa de comer cogumelos mágicos, entra nesta escada, começa a subir degraus de 20cm de altura passa para uns de 18cm e no meio disto tudo nem percebeu que subiu dois degraus a mais, porque só existem 16, mas em altura existem 18!!!
É magnifica a ideia!! Degraus metamorfos!! Vai ser a ideia do seculo e vai revolucionar áreas brutas de construção!!! aaaaaaahhhhhhhhhhh brilhante......
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
Memórias afectivas e outras memórias
A a memória afectiva da infância, dos ideais de estética, das certezas absolutas, dos medos, dos afectos, do pai, da mãe e da saudosa casa na praia. O cérebro que sente saudades e que se exercita em espasmos esquissados na forma de um rabo de bacalhau! Ora bolas! Imagine-se que a minha mãe tinha tido uma vida de meretriz!! Deveria agora desenhar espaços fálicos com ingressos lânguidos formalmente inspirados no aparelho reprodutor feminino??? Gárgulas que parecem mamilos e dois grandes lábios a ornamentar a pala que dá sombra ao minusculo pátio.
Villa Gronelândia (pérola etnográfica)
Maldita faina de rendeiros e contramestres que ainda hoje evacua quartos em forma de proa, janelas de escotilhas e varandas de tombadilhos. Imprimem-se alçados de estibordo e de bombordo, vistas de proa e de popa. Depois as pérgolas entrelaçadas de trepadeiras, as cascatas que esguicham para a piscina, os canteiros repletos de palmeiras capeados a basalto e no frontão um bem iluminado "Villa Gronelândia". Arquitectura escarrada e cuspida por costas e encostas.
Faça-se Ctrl-Alt-Delete antes que seja tarde!
Villa Gronelândia (pérola etnográfica)
Maldita faina de rendeiros e contramestres que ainda hoje evacua quartos em forma de proa, janelas de escotilhas e varandas de tombadilhos. Imprimem-se alçados de estibordo e de bombordo, vistas de proa e de popa. Depois as pérgolas entrelaçadas de trepadeiras, as cascatas que esguicham para a piscina, os canteiros repletos de palmeiras capeados a basalto e no frontão um bem iluminado "Villa Gronelândia". Arquitectura escarrada e cuspida por costas e encostas.
Faça-se Ctrl-Alt-Delete antes que seja tarde!
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
Cheira a sexo na Patolândia
interlúdio
Pomos de lado o Romeu e a Julieta, por ora, pois tão intensa reviravolta na história carece de mais erotismo, quiçá sexo explicito!
"O arquitecto, o pato, a sua mulher e o amante"
Os nossos dois patos trocavam mails, pelo Hotmail só pelo nome quente do provider, promessas de amor eterno, conversas perversas, a grosseria intencional de um "comia-te como um porco come um balde de restos"...
- imagina que te encosto à parede da sala grande e com os meus dedos, torcidos, enredados nos fios dos teus cabelos, obrigava-te a beijar toda a pele que te fosse permitida.
- imagina que te peço para me tocares nos seios! Eras capaz? Eras?? Mesmo sabendo que alguém podia entrar??
- Claro que sim! Ninguém entra naquela sala sem ser Ele, e Ele está longe.
O pato, estremeceu, embraveceu como um boi no cio. Ela abriu as pernas, e mostrou uma papaia madura, que pulsava vida e desejo. O pato mergulhou nos seus fartos e encrespados quadris numa dança tântrica com uma cadência ritmada e acelerada.
- Será que alguém ouviu??
- Não está cá ninguém meu amor! Mandaste todos para casa. Lembras-te? Só Ele poderia aparecer e a audição não é certamente o seu sentido mais apurado.
Ela, chorava de contentamento e implorou:
- Bate-me! Bate-me porque quero gritar! Bate-me porque quero mostrar a todos que isto faz-me mulher, viva! Bate-me por ter um arquitecto amorfo em casa! Bate-me por tudo o que estou a fazer!
Ele bateu e ela grunhiu de prazer.
Hoje o marasmo de sempre. Nós, os outros patos, submissos, fingimos pensar o que o óbvio mostra.
Hoje, como nunca, cheira a sexo na patolândia.
Pomos de lado o Romeu e a Julieta, por ora, pois tão intensa reviravolta na história carece de mais erotismo, quiçá sexo explicito!
"O arquitecto, o pato, a sua mulher e o amante"
Os nossos dois patos trocavam mails, pelo Hotmail só pelo nome quente do provider, promessas de amor eterno, conversas perversas, a grosseria intencional de um "comia-te como um porco come um balde de restos"...
- imagina que te encosto à parede da sala grande e com os meus dedos, torcidos, enredados nos fios dos teus cabelos, obrigava-te a beijar toda a pele que te fosse permitida.
- imagina que te peço para me tocares nos seios! Eras capaz? Eras?? Mesmo sabendo que alguém podia entrar??
- Claro que sim! Ninguém entra naquela sala sem ser Ele, e Ele está longe.
O pato, estremeceu, embraveceu como um boi no cio. Ela abriu as pernas, e mostrou uma papaia madura, que pulsava vida e desejo. O pato mergulhou nos seus fartos e encrespados quadris numa dança tântrica com uma cadência ritmada e acelerada.
- Será que alguém ouviu??
- Não está cá ninguém meu amor! Mandaste todos para casa. Lembras-te? Só Ele poderia aparecer e a audição não é certamente o seu sentido mais apurado.
Ela, chorava de contentamento e implorou:
- Bate-me! Bate-me porque quero gritar! Bate-me porque quero mostrar a todos que isto faz-me mulher, viva! Bate-me por ter um arquitecto amorfo em casa! Bate-me por tudo o que estou a fazer!
Ele bateu e ela grunhiu de prazer.
Hoje o marasmo de sempre. Nós, os outros patos, submissos, fingimos pensar o que o óbvio mostra.
Hoje, como nunca, cheira a sexo na patolândia.
BLOGERS DO CORAÇÃO...
Serve este comentário apenas para registar a publicação da noticia »AMIGUINHOS CONTENHAM-SE «...no passado dia 3 e que só agora foi inserida no blog. como é habitual são levantadas questões de elevado nivel intelectual e , postas interrogações para as quais se procuram respostas.
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
A PROPÓSITO DE ESCALA E DE ÁRVORES
eu sempre gostei de árvores. excepção feita a palmeiras. e árvores de plástico. e pinheiros de Natal. mas sempre gostei de árvores. até já plantei algumas.
mas admito que fui inconsciente ao fazê-lo. "primeiros" porque não pensei na escala e isso leva-me a pensar se quando a árvore crescer a casa não ficará pequena e se eu ainda conseguirei lá entrar. mas isso não é grave porque se a árvore ficar grande e a casa pequena eu corto os ramos à árvore e volto a conseguir entrar em casa. ou então acrescento um piso à casa e a árvore volta a ser pequena.
"segundos" , e esta é que me preocupa, é que coloquei as árvores no sítio errado. no jardim nas traseiras. o que é estúpido. porque, aprendi no exercício da profissão, as árvores plantam-se nos alçados frontais. ainda que em planta não caibam. mas é bom porque os alçados são coisas feias que têm fachadas e que se devem esconder. não vá alguém reparar que elas lá estão. é o que dava ser naif e fazer as coisas longe do computador. agora que já tenho o gesto mais amestrado já não me apanham. não há laje de betão ou profundeza do mar que me resista. onde houver fachada, existirá jardim. o desenho fica bonito, e o verde sempre calhou bem. " à e tal...... o que é isto? sei lá mas parece-me uma fachada!!!! f___-se, vai à pasta dos blocos e mete umas árvores!!!"
por cada alçado uma árvore.
mas admito que fui inconsciente ao fazê-lo. "primeiros" porque não pensei na escala e isso leva-me a pensar se quando a árvore crescer a casa não ficará pequena e se eu ainda conseguirei lá entrar. mas isso não é grave porque se a árvore ficar grande e a casa pequena eu corto os ramos à árvore e volto a conseguir entrar em casa. ou então acrescento um piso à casa e a árvore volta a ser pequena.
"segundos" , e esta é que me preocupa, é que coloquei as árvores no sítio errado. no jardim nas traseiras. o que é estúpido. porque, aprendi no exercício da profissão, as árvores plantam-se nos alçados frontais. ainda que em planta não caibam. mas é bom porque os alçados são coisas feias que têm fachadas e que se devem esconder. não vá alguém reparar que elas lá estão. é o que dava ser naif e fazer as coisas longe do computador. agora que já tenho o gesto mais amestrado já não me apanham. não há laje de betão ou profundeza do mar que me resista. onde houver fachada, existirá jardim. o desenho fica bonito, e o verde sempre calhou bem. " à e tal...... o que é isto? sei lá mas parece-me uma fachada!!!! f___-se, vai à pasta dos blocos e mete umas árvores!!!"
por cada alçado uma árvore.
PASSARINHOS A BAILAR,,, PASSARÕES A PASSAR DE MODA
estava a bela inês posta em sossego e em repouso posta no recato do lar quando um passarão doido por neter o veneno com ar prazenteiro e insidioso .... largou a bujarda tal como caga de alto,,, e parece não ter nada com isso,,,, pois foi foi assim passarinhos (a) a bailar... com o rabinho a dar a dar... piu piu piu
Naquela oficina de arquitectura alguem pegava nas rédeas do projecto e pasme-se iria pôr a sua assinatura.....qual será o resultado final a arte pato bravense do rei reinante tosco qb... ou sera que o jovem pagem ainda adormecido e teórico consegue levar a sua avante,,, pasarinho pasarão mas com tomates !!!!!!! força vai um copo de vinho à nossa e á tua
nota:para bom entendedor meia palavra basta eheheheheh
Naquela oficina de arquitectura alguem pegava nas rédeas do projecto e pasme-se iria pôr a sua assinatura.....qual será o resultado final a arte pato bravense do rei reinante tosco qb... ou sera que o jovem pagem ainda adormecido e teórico consegue levar a sua avante,,, pasarinho pasarão mas com tomates !!!!!!! força vai um copo de vinho à nossa e á tua
nota:para bom entendedor meia palavra basta eheheheheh
sexta-feira, 3 de agosto de 2007
AMIGUINHOS CONTENHAM-SE!!!!!!!
não estou aqui a fazer papel de moralista engane-se quem pensa assim.....vem esta conversa a proposito de escalas??????neste mundo tão redondo .....então as arvores escalam os edificios quando ,,,em que fase da vida,,,, isto é.. uma construçãode 10 pisos mais menos 30 metros em que fase da vida da arvore é que ele esta escalado quando a mesma for plantada,,,,apos 5 anos de vida....ou 30 !!!!logo pode se dizer que aquela construção é multi escalada....estranho logo os projectos na legenda terão que passar a ter consoante os anos decorridos esc:1/100 esc 1/200 etc etc,, senão ninguem vai entender a escala do mesmo.... isto leva-me a pensar, uma sanita para uma bunda descomunal e para a escala dessa sanita ser perceptivel teremos que lhe por um bonsai ao lado ou espalhar alguns pelos púbicos aqui acolá....
agora... amiguinhos vamos com deus!!!!! dar a camacha uma paxaxa!!!!!! e comer o mouro no traseiro no porto é tudo demasiado certinho... pão nosso de cada dia ...a imaginação do estagiario deve mesmo estar delirante de um lado o arquitecto chefe diz bota umas arvores e tapas o alçado o colega do lado alude a experiencias sexuais bizarras na pérola do atantico...posto isto a colega que descobre uma nova patologia e que afirma que os gays são uma doença tipo gripe para os quais será necessario uma vacina e o mal fica remediado... tb ha aquela outra de formas generosas e que ninguem sabe por onde anda....o estagiario continua a riscar e depois delete e torna a riscar e num assomo de dignidade e orgulho próprio ( mas ferido... ) saca uma ideia fora de série...grita de alegria....chama o chefe....ainda trémulo e ansioso.. espera o veredicto... que demora...mas finalmente sai.. que merda é essa???? bem podes meter no cu....esssas tuas ideias... desgastado o estagiario pensava...afinal o sexo fazia mesmo parte da nobre arte da arquitectura ...era o cu do mouro, a paxaxa na camacha,, o gay com as vacinas,a colega boazona, e a ideia pelo cu acima!!!!
NOTA: como se mete uma ideia pelo cu acima???(precisa de preservativo????) qualquer informação de fonte reconhecida o autor agradece.
agora... amiguinhos vamos com deus!!!!! dar a camacha uma paxaxa!!!!!! e comer o mouro no traseiro no porto é tudo demasiado certinho... pão nosso de cada dia ...a imaginação do estagiario deve mesmo estar delirante de um lado o arquitecto chefe diz bota umas arvores e tapas o alçado o colega do lado alude a experiencias sexuais bizarras na pérola do atantico...posto isto a colega que descobre uma nova patologia e que afirma que os gays são uma doença tipo gripe para os quais será necessario uma vacina e o mal fica remediado... tb ha aquela outra de formas generosas e que ninguem sabe por onde anda....o estagiario continua a riscar e depois delete e torna a riscar e num assomo de dignidade e orgulho próprio ( mas ferido... ) saca uma ideia fora de série...grita de alegria....chama o chefe....ainda trémulo e ansioso.. espera o veredicto... que demora...mas finalmente sai.. que merda é essa???? bem podes meter no cu....esssas tuas ideias... desgastado o estagiario pensava...afinal o sexo fazia mesmo parte da nobre arte da arquitectura ...era o cu do mouro, a paxaxa na camacha,, o gay com as vacinas,a colega boazona, e a ideia pelo cu acima!!!!
NOTA: como se mete uma ideia pelo cu acima???(precisa de preservativo????) qualquer informação de fonte reconhecida o autor agradece.
Não aceitamos projectos na Camacha
O manancial de frases fáceis que utilizamos como engodo dos nossos projectos é fecundo.
Ora bolas! Se tenho um cliente que me pede um projecto para uma urbanização, rodeada por um enorme pomar junto à praia de Carcavelos, nada mais óbvio do que:
"Do Pomar a ver o mar"
(escrito em arial 124 azul sobre umas nuvens, com um belíssimo render de fundo)
Para quê pseudo-intelectualismos de "o gesto arquitectónico harmonioso como redentor do espaço que preconiza uma área..." ??? Stravinsky disse que era irrelevante saber se Beethoven se inspirou em Napoleão quando criou a Terceira Sinfonia, pois só a música importa. Aqui o importante é que o saloio perceba e pague, e que o povo goste e compre. Se para uma casa de praia o escrito é "na Praia da Mata com uma sala grande que se farta", ou se para um bar gay no Porto escrevo "bebo um fino na Foz do Douro enquanto como o cu a um Mouro" e se isso per si torna o meu projecto vendável, é o que interessa! Há algum tempo pediram-me um projecto para uma casa de meninas na Camacha. Vacilei! O projecto pronto e, embora brilhantemente óbvio, o escrito soava a pouco ético. Eis que, tive a brilhante ideia de dar ao estagiário para assinar e "Na vila da Camacha já se sente o cheiro a paxacha" (Fantástico este trocadilho que realça a aproximação semântica da palavra "paxaxa" com "Camacha" com a substituíção do "x" por "ch"!!) foi a chave do sucesso.
Termino com um dito de minha autoria que irei incluir certamente noutro projecto:
"Deus quer, o arquitecto sonha, a obra nasce."
(Desculpa Pessoa mas hoje nada se inventa, além do mais, a palavra "arquitecto" muda todo o sentido frásico e já és do domínio público)
Ora bolas! Se tenho um cliente que me pede um projecto para uma urbanização, rodeada por um enorme pomar junto à praia de Carcavelos, nada mais óbvio do que:
"Do Pomar a ver o mar"
(escrito em arial 124 azul sobre umas nuvens, com um belíssimo render de fundo)
Para quê pseudo-intelectualismos de "o gesto arquitectónico harmonioso como redentor do espaço que preconiza uma área..." ??? Stravinsky disse que era irrelevante saber se Beethoven se inspirou em Napoleão quando criou a Terceira Sinfonia, pois só a música importa. Aqui o importante é que o saloio perceba e pague, e que o povo goste e compre. Se para uma casa de praia o escrito é "na Praia da Mata com uma sala grande que se farta", ou se para um bar gay no Porto escrevo "bebo um fino na Foz do Douro enquanto como o cu a um Mouro" e se isso per si torna o meu projecto vendável, é o que interessa! Há algum tempo pediram-me um projecto para uma casa de meninas na Camacha. Vacilei! O projecto pronto e, embora brilhantemente óbvio, o escrito soava a pouco ético. Eis que, tive a brilhante ideia de dar ao estagiário para assinar e "Na vila da Camacha já se sente o cheiro a paxacha" (Fantástico este trocadilho que realça a aproximação semântica da palavra "paxaxa" com "Camacha" com a substituíção do "x" por "ch"!!) foi a chave do sucesso.
Termino com um dito de minha autoria que irei incluir certamente noutro projecto:
"Deus quer, o arquitecto sonha, a obra nasce."
(Desculpa Pessoa mas hoje nada se inventa, além do mais, a palavra "arquitecto" muda todo o sentido frásico e já és do domínio público)
ESCALAS
Sem gostei muito deste termo. Escala. A escala do edifício, a escala do desenho, a escala gráfica, escala de musica, enfim uma mão cheia de escalas.
A escala de um objecto é sempre perceptível a partir de um outro objecto conhecido. Por exemplo uma imagem de um cinzeiro novo com um cigarro em cima dá para perceber a dimensão do cinzeiro, o cigarro dá-lhe escala.
Num projecto de arquitectura, de acordo com a nova filosofia pato bravense, "...o que dá escala aos projectos são as árvores!"
E eu, na minha ingenuidade, sempre que queria captar a dimensão de uma árvore numa fotografia colocava uma pessoa ao lado para dar escala...
A escala de um objecto é sempre perceptível a partir de um outro objecto conhecido. Por exemplo uma imagem de um cinzeiro novo com um cigarro em cima dá para perceber a dimensão do cinzeiro, o cigarro dá-lhe escala.
Num projecto de arquitectura, de acordo com a nova filosofia pato bravense, "...o que dá escala aos projectos são as árvores!"
E eu, na minha ingenuidade, sempre que queria captar a dimensão de uma árvore numa fotografia colocava uma pessoa ao lado para dar escala...
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
Alguém viu.......
Desculpem incomodar, mas venho à procura de uma amiga chamada Marta que já não vejo vai para três quinze dias e de quem tenho muitas saudades. Queria só pregar-lhe uma beijoca.
Comparações
É mesmo giro ver patos bravos a compararem projectos... Se nunca tiveram hipotese de observar tal cena devem ver o mais rapido possivel!!!
Um pato bravo adora gozar com as cornijas rococo, com as janelas romanticas e os reztantes rodriguesinhos todos do outro. Sente-se um verdadeiro arquitecto porque usa cobertura plana e caixilhos lisos tech***, reboco monomassa com alhetas, fachadas ventiladas, já para não esquecer a boa da fachada maluca. No fim disto tudo, ainda afirma que a obra dele tem qualidade para ir para as revistas e goza com os projectos premiados chamando aquilo "mamarracho".
Mas o mais giro disto tudo é que o ser Pato Bravo (contemporâneo) não tem a capacidade de se auto reconhecer por isso goza com as obras dos patinhos mais velhos. Não tem a capacidade de perceber que no fundo só está a fazer uma COMPARAÇÃO.
Julgo que se devia criar uma nova disciplina História da Edificação Pato Bravo.
Um pato bravo adora gozar com as cornijas rococo, com as janelas romanticas e os reztantes rodriguesinhos todos do outro. Sente-se um verdadeiro arquitecto porque usa cobertura plana e caixilhos lisos tech***, reboco monomassa com alhetas, fachadas ventiladas, já para não esquecer a boa da fachada maluca. No fim disto tudo, ainda afirma que a obra dele tem qualidade para ir para as revistas e goza com os projectos premiados chamando aquilo "mamarracho".
Mas o mais giro disto tudo é que o ser Pato Bravo (contemporâneo) não tem a capacidade de se auto reconhecer por isso goza com as obras dos patinhos mais velhos. Não tem a capacidade de perceber que no fundo só está a fazer uma COMPARAÇÃO.
Julgo que se devia criar uma nova disciplina História da Edificação Pato Bravo.
A culpa é do Medidor Orçamentista!
Não é que o escroto usou betão ciclópico no projecto????!!!
Não admito que projectem por mim!
Da arquitectura ao paisagismo, sem esquecer a estabilidade, tento fazer tudo. Até projectos de "sinalização" já fiz! Sou um homem dos sete ofícios. Tenho as veias do Arne Jacobsen a fluidez do Corbusier, mas insistem em tratar-me por da Zaha Hadid. Insistem sim! Os meus pais e alguns amigos, servos e até os clientes abrutalhados que arrotam dinheiro pelas entranhas. E saber que um medíocre medidor tinha incluído betão ciclópico no meu projecto deixou-me endemoninhado! Liguei-lhe, chamei-lhe nomes, exaltei-me com a sobrançaria de sempre. Não me soube responder. Gritei: sou eu que escolho as paredes da sala!! A cor!! Até o pé direito!! Se pensa que vai ser em betão ciclópico esqueça!! Vou forra-la a papel de parede ordinário com um padrão branco (em homenagem ao Pico branco) e rosa bacará. Energúmeno do estagiário!! diz-me que ciclópico é por ter grandes inertes quando eu tenho a certeza que é por ter só um olho!!! Como o José Cid ou o meu rabo. Se bem que poderia ter imensos olhos, mas Deus não quis aproveitar o espaço todo... enfim: vicissitudes da natureza. (Bolas.. com tremenda diarreia mental nem estou a ouvir o que este pascácio diz). Ora repita lá tudo outra vez sr. medidor pois este insecto que trabalha para mim diz que vou ter um inerte enorme na sala e já escolhi tudo no IKEA!! embora ache bué giro ter um plasma em cima do inerte...
Betão ciclópico em fundações??? Hummm.............................................
Depois ligo-lhe!! Mas isto não fica assim!! Porque eu é que sei com vai ficar!!
Muerda! Este atelier precisava de uma metamorfose. tenho que falar com o Kafka para saber como transformou o idiota do caixeiro em barata! fazia aqui uma limpeza! Deixava todos os estagiários de patas ao ar a espernear antes de os esmagar.....................
Já morreu???? Não morreu porque eu é que sei!!!!
Estúpidio do estagiário que me cansa o cérebro.........
Não admito que projectem por mim!
Da arquitectura ao paisagismo, sem esquecer a estabilidade, tento fazer tudo. Até projectos de "sinalização" já fiz! Sou um homem dos sete ofícios. Tenho as veias do Arne Jacobsen a fluidez do Corbusier, mas insistem em tratar-me por da Zaha Hadid. Insistem sim! Os meus pais e alguns amigos, servos e até os clientes abrutalhados que arrotam dinheiro pelas entranhas. E saber que um medíocre medidor tinha incluído betão ciclópico no meu projecto deixou-me endemoninhado! Liguei-lhe, chamei-lhe nomes, exaltei-me com a sobrançaria de sempre. Não me soube responder. Gritei: sou eu que escolho as paredes da sala!! A cor!! Até o pé direito!! Se pensa que vai ser em betão ciclópico esqueça!! Vou forra-la a papel de parede ordinário com um padrão branco (em homenagem ao Pico branco) e rosa bacará. Energúmeno do estagiário!! diz-me que ciclópico é por ter grandes inertes quando eu tenho a certeza que é por ter só um olho!!! Como o José Cid ou o meu rabo. Se bem que poderia ter imensos olhos, mas Deus não quis aproveitar o espaço todo... enfim: vicissitudes da natureza. (Bolas.. com tremenda diarreia mental nem estou a ouvir o que este pascácio diz). Ora repita lá tudo outra vez sr. medidor pois este insecto que trabalha para mim diz que vou ter um inerte enorme na sala e já escolhi tudo no IKEA!! embora ache bué giro ter um plasma em cima do inerte...
Betão ciclópico em fundações??? Hummm.............................................
Depois ligo-lhe!! Mas isto não fica assim!! Porque eu é que sei com vai ficar!!
Muerda! Este atelier precisava de uma metamorfose. tenho que falar com o Kafka para saber como transformou o idiota do caixeiro em barata! fazia aqui uma limpeza! Deixava todos os estagiários de patas ao ar a espernear antes de os esmagar.....................
Já morreu???? Não morreu porque eu é que sei!!!!
Estúpidio do estagiário que me cansa o cérebro.........
Cenas do prostíbulo
Parte primeira
Sete e meia, talvez mais um pouco, mas raramente falha: "Vá vá! Tudo a mexer pois tenho que fechar a casa!". O grito de ordem, a voz de Frida (nome fictício escolhido por mim por lhe encontrar aspectos físicos de Frida Kahlo) ecoa em todas as salas. Sinto-me num bordel! Desentalo a cueca, arregaço a calça jeans, aperto o espartilho, besunto os lábios, ajeito o cabelo com a mão direita e apresso-me a segui-la, de chave em riste e andar pesado. Vá minhas putas, o vosso tempo acabou pois já digitei o código!
Já são sete e meia ou talvez mais um bocadinho. Atenção suas putas! desliguem rapidamente o computador porque vem aí a Frida....
Sete e meia, talvez mais um pouco, mas raramente falha: "Vá vá! Tudo a mexer pois tenho que fechar a casa!". O grito de ordem, a voz de Frida (nome fictício escolhido por mim por lhe encontrar aspectos físicos de Frida Kahlo) ecoa em todas as salas. Sinto-me num bordel! Desentalo a cueca, arregaço a calça jeans, aperto o espartilho, besunto os lábios, ajeito o cabelo com a mão direita e apresso-me a segui-la, de chave em riste e andar pesado. Vá minhas putas, o vosso tempo acabou pois já digitei o código!
Já são sete e meia ou talvez mais um bocadinho. Atenção suas putas! desliguem rapidamente o computador porque vem aí a Frida....
MALDITO ARQUITECTO ESTAGIÁRIO !!!!!!!!
pois é embora ainda um pouco atordoado com alguns insucessos daquela obra ...(uma entre tantas) rápidamente se confortou com a larga imaginação que implacavelmente o consumia entre isolamentos térmicos e o nó de panca (o que seria aquilo... um nó na barriga!! uma obbestrução no intestino grosso ?? daí as ideias de merda tão frequentes nos ultimos tempos!!! enfim quando voltasse para lx teria que ir ao medico não fosse aquilo uma coisa má !!enquanto se lembrava das alcagoitas que tinha encontrado no taxi e todas tinha comido.....eram rumores demasiado evidentes que anunciavam a desgraça que se anunciava!!!!!!
Um estertor aqui uma bufa acolá era por demais evidente que a coisa estava preta!!!!!
De peito feito eis que se aventurou a visitar aquela casa de banho da pent-house e que no seu projecto tinha sido um« must» digno de qualquer revista da arte da arquitectura... aquela ideia para poupar espaço era realmente original e inovadora... o que diriam os seus colegas quando vissem tanta arte e tanto engenho....
Lá estava ela imponente ....o pvc do pavimento em mosaicos 30x30 com cagadelas de mosca sobre fundo verde garrafa e o plastico auto colante a revestir as paredes em vez dos tradicionais azulejos... eram flores multicolores em tons de laranja e rosa com pequenos pardais que esvoaçavam e técnologicamente avançados emitiam um chilrear doce como se na floresta o utente estivesse !!! lindo era mesmo lindo que bela ideia tinha sido..... o espaço...grande sim a banheira estava lá e o lavatorio encastrado naquela chapa de pedra imponente de parede a parede... mas o bidé e a sanita????? onde!! e então como passe de magica.... imponentes lá estavam eles debaixo do tampo do lavatório os dois lado a lado muito arrumadinhos libertando assim montes de espaço em toda a area....boa ideia aquela..brilhante de certeza que nunca a nenhum projectista teria ocorrido semelhante conceito.....era na verdade inovador....
de repente a tempestade abateu-se sobre ele,,, a furia dos gases....avançava ameaçadoramente os estrepidos eram violentos e continuos,,, silenciosamente ele avançava inexoravelmente tal como caterpillar no seu caminho desvastador.... as alcagoitas saltavam como pipocas...era o fim esperado.....finalmente o CROQUETE BEIJAVA A CUECA.............................
Desesperadamente o jovem tentava desembaraçar-se da roupa supérfula e que impedia o transito intestinal ( mesmo assim ainda lembrou aquelas boxers que a namorada lhe tinha oferecido aquando a entrega do diploma de arquitecto ... cintilantes cheias de corações vermelhos e labios languinosos e gulosos tais como os dela...que tantas vezes lhe tinham servido de guarida ao pajem que hoje estava mais para lá do que para cá!!!!!!!) tal qual um sinal de curva perigosa.
liberto da roupa finalmente... tentou todas as posições possiveis para utilizar a sanita... o espaço diminuto e inacessivel tolhiam-lhe os movimentos e as posições mais pareciam um manual experimental de kamasutra para as 1001 posições...finalmente depois desta luta impossivel deixou-se abater em cima do pvc 30x30 e o verde passou lentamente a castanho !
exausto e abatido prostado no pavimento penava e pensava pensava como tinha sido possivel....sim ...sim...de repente ergueu-se e exultante gritava filho da p.... maldito arquitecto estagiario... que me f..... a vida.... cab..de..m... etc etc etc... sim só podia ser ele... aquele do cantinho.. pequenino.... treco treco.....homem pequenino ou é velhaco ou dançarino!!! lembrava-se assim dos adagios pipolares que a sua mãe lhe tinha ensinado enquanto fazia a pastoricia do gado.....nos montes da serra da estrela.
NOTA DO AUTOR:lamento mas ainda hoje não foi possivel chegar à mesa de canto dos pequenos almoços e que não fica quieta no seu lugar.....(fica perto da janela que agora em vez de janela tem um plasma......)
Um estertor aqui uma bufa acolá era por demais evidente que a coisa estava preta!!!!!
De peito feito eis que se aventurou a visitar aquela casa de banho da pent-house e que no seu projecto tinha sido um« must» digno de qualquer revista da arte da arquitectura... aquela ideia para poupar espaço era realmente original e inovadora... o que diriam os seus colegas quando vissem tanta arte e tanto engenho....
Lá estava ela imponente ....o pvc do pavimento em mosaicos 30x30 com cagadelas de mosca sobre fundo verde garrafa e o plastico auto colante a revestir as paredes em vez dos tradicionais azulejos... eram flores multicolores em tons de laranja e rosa com pequenos pardais que esvoaçavam e técnologicamente avançados emitiam um chilrear doce como se na floresta o utente estivesse !!! lindo era mesmo lindo que bela ideia tinha sido..... o espaço...grande sim a banheira estava lá e o lavatorio encastrado naquela chapa de pedra imponente de parede a parede... mas o bidé e a sanita????? onde!! e então como passe de magica.... imponentes lá estavam eles debaixo do tampo do lavatório os dois lado a lado muito arrumadinhos libertando assim montes de espaço em toda a area....boa ideia aquela..brilhante de certeza que nunca a nenhum projectista teria ocorrido semelhante conceito.....era na verdade inovador....
de repente a tempestade abateu-se sobre ele,,, a furia dos gases....avançava ameaçadoramente os estrepidos eram violentos e continuos,,, silenciosamente ele avançava inexoravelmente tal como caterpillar no seu caminho desvastador.... as alcagoitas saltavam como pipocas...era o fim esperado.....finalmente o CROQUETE BEIJAVA A CUECA.............................
Desesperadamente o jovem tentava desembaraçar-se da roupa supérfula e que impedia o transito intestinal ( mesmo assim ainda lembrou aquelas boxers que a namorada lhe tinha oferecido aquando a entrega do diploma de arquitecto ... cintilantes cheias de corações vermelhos e labios languinosos e gulosos tais como os dela...que tantas vezes lhe tinham servido de guarida ao pajem que hoje estava mais para lá do que para cá!!!!!!!) tal qual um sinal de curva perigosa.
liberto da roupa finalmente... tentou todas as posições possiveis para utilizar a sanita... o espaço diminuto e inacessivel tolhiam-lhe os movimentos e as posições mais pareciam um manual experimental de kamasutra para as 1001 posições...finalmente depois desta luta impossivel deixou-se abater em cima do pvc 30x30 e o verde passou lentamente a castanho !
exausto e abatido prostado no pavimento penava e pensava pensava como tinha sido possivel....sim ...sim...de repente ergueu-se e exultante gritava filho da p.... maldito arquitecto estagiario... que me f..... a vida.... cab..de..m... etc etc etc... sim só podia ser ele... aquele do cantinho.. pequenino.... treco treco.....homem pequenino ou é velhaco ou dançarino!!! lembrava-se assim dos adagios pipolares que a sua mãe lhe tinha ensinado enquanto fazia a pastoricia do gado.....nos montes da serra da estrela.
NOTA DO AUTOR:lamento mas ainda hoje não foi possivel chegar à mesa de canto dos pequenos almoços e que não fica quieta no seu lugar.....(fica perto da janela que agora em vez de janela tem um plasma......)
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